domingo, 8 de agosto de 2010

Texto do pedro

Esse texto foi postado no propio twitpic dele , logo depois ele deleto
eu tive a sorte de salva antes .. um pouco sobre a vida dele meio forte
espero que ele não fique triste comigo
amo muito voce pedro

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Oi Pedro, e dono do blogg. Sou Dennis Telles!
    Espelhei-me no texto, e quero aconselhar não vale a pena sumir ou algo parecido! Talvez se desligar, seria oh certo.
    Tenho 16anos
    Minha vida toda foi preconceito, contra minha condição (não estou falando que é seu caso). Continuando.
    Entre meu irmão, pai e principalmente de minha mãe! Cada atitude minha ela falava que era gay. Isso foi me deprimindo, nada mais fazia sentido para mi. E sim, quando minha família me olhava como também da família. Queria um pai para me dizer o certo e errado. / queria uma mãe para dizer: filho Eu Te Amo. / queria um irmão mais velho para me defender. Para me dar uma mão amiga e dizer: eu estou do seu lado.
    Nunca tive coragem de falar ah verdade, de me assumir para minha família. Só que com 15anos sair de casa, não agüentava mais viver aquilo (queria ser feliz, e não fazer-los felizes) queria que eles me aceitassem do jeito que eu era independente da minha condição. Aceitasse-me como FILHO deles. Sair de casa foi morar com uma tia no estado de São Paulo, SBC. Estava cursando 2º ano (colegial). Terminei os estudos, hoje curso oh cursinho de PRÉ-VESTIBULAR, pretendo fazer engenharia mecânica. Estou namorando, nome dele é Luiz Eduardo, 19 anos.

    Conclusão: Sair de casa, essa foi única opção que tinha. Desliguei-me da minha família. Doeu muito sair de casa, e não ouvir um sequer adeus...
    Dei ah volta por cima, e hoje mostrei... Única coisa que sinto falta é do carinho que não teve de vocês.

    Um amigo muito querido me enviou um link de um filme.
    Orações para Bobby [Prayers for Bobby] não é um filme de final feliz, mas mostra que depois do final infeliz pode haver um recomeço. Mesmo que ele seja duro, angustiado e cheio de culpas nos questionamentos sociais e religiosos quanto à homossexualidade. O filme é também uma história sobre o amor materno. E nesta relação maternal está Bobby Griffith e Mary Griffith, interpretados pelos atores Ryan Kelley, 22, e Sigourney Weaver, 59. O filme foi baseado no livro homônimo publicado pelo jornalista Leroy Aarons, em 1995, que é fundador do National Lesbian and Gay Journalists Association. O filme foi exibido em janeiro na TV americana. Desde então, abre a discussão na trilogia homossexualidade-família-Igreja.

    Tanto o livro quanto o filme tratam da angústia do gay Bobby, que, desde os 16 anos, teve sua homossexualidade revelada para a família. Diante de muita pressão psicológica, se suicida aos 20 anos de idade, no ano de 1979. Até chegar a este ponto extremo, Bobby enfrentou o preconceito dentro de casa e as intervenções religiosas da mãe para afastá-lo do pecado.

    http://www.robsonamante.com/oracoes-para-bobby-prayers-for-bobby-assista-o-filme-dublado-e-completo

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